
O senador chegou ao local de votação pouco depois da abertura das urnas. Ele estava acompanhado da mulher, Fernanda Bolsonaro, e de aliados políticos. A votação ocorreu na Escola Municipal Barão Homem de Mello, em Vila Isabel, na zona norte da capital fluminense.
Após votar, Flávio conversou com jornalistas e apresentou sua candidatura como uma opção de protesto contra o atual governo. Na avaliação dele, o país enfrenta problemas relacionados ao endividamento da população, à carga tributária e à segurança pública.
“Eu sou o voto de protesto contra o governo”, afirmou o candidato. Flávio também mencionou o que chamou de “desesperança” entre os brasileiros e defendeu uma mudança na condução do país.
O candidato voltou a demonstrar confiança na possibilidade de vencer a eleição já nesta primeira etapa. Flávio afirmou que pesquisas internas de sua campanha indicariam uma ultrapassagem no primeiro turno e disse esperar que esse cenário fosse suficiente para garantir sua vitória.
“Estou mais que preparado para presidir este país e devolver às pessoas o direito de sonhar”, declarou. As pesquisas divulgadas antes da votação, porém, apontavam uma disputa apertada entre Flávio e Lula, com cenário de empate técnico em alguns levantamentos.
Durante a fala, o candidato também apresentou uma de suas bandeiras para um eventual governo. Flávio defendeu uma agenda voltada ao crescimento econômico e ao empreendedorismo e afirmou que pretende, segundo suas palavras, “libertar o povo brasileiro”.
Acompanhado por integrantes do PL, Flávio teve a presença da mãe, Rogéria Bolsonaro, que concorre a uma vaga na Câmara dos Deputados. O candidato ao governo do Rio de Janeiro, Douglas Ruas, também esteve entre os aliados que acompanharam o senador durante a votação.
Depois de votar, Flávio ainda acompanharia a votação de Fernanda na Tijuca. A programação previa que ele retornasse posteriormente a Brasília, de onde acompanharia a apuração dos votos e os primeiros resultados da disputa presidencial.
Com as urnas abertas em todo o país, o candidato manteve o discurso de confiança e reforçou a estratégia de buscar os votos dos eleitores que não apoiam Lula. A definição sobre a necessidade de um segundo turno, no entanto, dependeria do resultado oficial da votação.