Ricardo morreu no fim de junho, aos 56 anos. Durante a entrevista, Rebeca contou que viveu dias de muita preocupação e sofrimento ao acompanhar a situação do pai. A atleta afirmou que suas orações eram voltadas para que ele encontrasse alívio e não precisasse continuar enfrentando a dor.
O depoimento revelou a intensidade do vínculo entre os dois. Em meio à incerteza sobre o que aconteceria, Rebeca afirmou que precisou encontrar forças para permanecer presente e lidar com sentimentos que, segundo ela, foram difíceis de processar.
A ginasta também falou sobre a importância da família durante o período de despedida. Para Rebeca, estar próxima dos familiares foi fundamental para enfrentar o luto e buscar apoio em um momento marcado pela tristeza e pela saudade.
A causa da morte de Ricardo Andrade não foi divulgada. Após a notícia do falecimento, admiradores e pessoas ligadas à atleta enviaram mensagens de solidariedade, reconhecendo a importância do pai na vida pessoal e na formação da campeã.
Ao abordar o assunto, Rebeca mostrou uma faceta diferente daquela vista nas competições. A atleta, conhecida pela força e pela concentração nas arenas esportivas, se emocionou ao falar sobre uma perda que a atingiu profundamente.
O pai ocupou um lugar importante na trajetória de Rebeca, que construiu uma carreira marcada por conquistas históricas na ginástica artística. A presença e o apoio da família fizeram parte de diferentes etapas de sua caminhada até o topo do esporte.
A entrevista marcou a primeira vez que a campeã olímpica falou abertamente sobre a perda. Ao compartilhar a experiência, Rebeca emocionou o público e mostrou que, mesmo diante de grandes conquistas, também enfrenta momentos de dor e vulnerabilidade como qualquer outra pessoa.