Segundo o processo, os espectadores foram impedidos de entrar após o início do espetáculo — uma regra já adotada pela produção para evitar interrupções durante a apresentação. O casal alegou prejuízo financeiro e constrangimento, mas a Justiça entendeu que não houve falha na prestação do serviço.
Na decisão, a juíza apontou que o horário estava claramente informado no ingresso e que, ao adquiri-lo, o consumidor concorda com as normas do evento. Além disso, foi considerado que os próprios autores contribuíram para a situação ao saírem de casa com pouca antecedência.
A política de pontualidade, frequentemente defendida por Antonio Fagundes, tem como objetivo preservar a experiência do público já acomodado, evitando interrupções e garantindo a qualidade do espetáculo.
Sem recorrer da decisão, o casal encerrou o processo, consolidando a vitória do ator e reforçando o entendimento de que regras de acesso em eventos culturais devem ser respeitadas.