A medida ocorre após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) revogar o habeas corpus que beneficiava o cantor. No entanto, o fator decisivo para o agravamento do caso foi um relatório técnico da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), que apontou danos causados por “alto impacto” na tornozeleira eletrônica utilizada por Oruam. O equipamento está desligado desde o último domingo (1º/2).
De acordo com a Seap, o rapper já vinha acumulando sucessivos descumprimentos das medidas impostas pela Justiça. Desde setembro do ano passado, quando a tornozeleira foi instalada, foram registradas 66 violações, sendo 21 delas classificadas como graves apenas neste início de 2026.
Em contato com a reportagem da Band, a defesa do artista informou que ele não pretende se entregar nos próximos dias. Enquanto isso, Oruam é procurado pelas autoridades para o cumprimento da ordem judicial.
