
O aviso da produção — “Atenção, Milena. Raio-X inválido” — veio após um período de confusão na sala, em meio ao aumento do fluxo no Confessionário com 24 participantes no jogo. Milena ainda entrou no local logo após o cronômetro zerar, mas a tentativa não foi validada.
Abalada, ela questionou o formato adotado pelos confinados para cumprir a tarefa diária e alegou que, nos dias anteriores, o tempo havia sido suficiente para todos. “Sempre sobrava tempo. Hoje teve até uma hora a mais. Por que não deu?”, reclamou, reforçando que qualquer pessoa que estivesse por último poderia ter sido penalizada.
O líder da semana, Alberto Cowboy, tentou amenizar o conflito e apontou falha do grupo. “Não é culpa de uma pessoa. É do coletivo, da falta de atenção”, disse. Ainda assim, a discussão avançou para a organização da fila com chinelos, ponto criticado por alguns brothers e rebatido por Milena, que afirmou que isso não teria evitado a punição.
Ana Paula Renault saiu em defesa da colega e criticou a postura de parte da casa. O debate se intensificou quando a penalidade passou a ser vista como desproporcional. “São 500 estalecas. Isso impacta todo mundo”, protestou Milena, que se disse injustiçada ao ser responsabilizada sozinha.
Em outro momento, Pedro admitiu ter demorado no Raio-X, reacendendo o incômodo da sister, que pediu mais consciência coletiva. A crise emocional continuou no quarto, onde Milena foi consolada por Ana Paula. “Vou contribuir com o quê? Estou devendo”, desabafou.
O episódio repercutiu rapidamente fora da casa, com internautas divididos entre críticas à organização interna e empatia pela participante, destacando a pressão do jogo e o impacto das punições no dia a dia do confinamento.
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