Segundo a defesa, além da representação criminal, foram adotadas providências para identificar os responsáveis pelas publicações e assegurar a preservação das provas digitais. Os advogados afirmam que as acusações não possuem base factual ou jurídica e extrapolam o direito à livre manifestação, causando danos à reputação da cantora.
O acompanhamento jurídico do caso teve início em março de 2025, após a participação de Fafá em um evento esportivo realizado em Belém, ligado às comemorações do mês das mulheres. A partir desse episódio, a equipe aponta um aumento progressivo de ataques virtuais, que se intensificaram meses depois, durante o período do Círio de Nazaré.
De acordo com a assessoria, nesse intervalo passaram a circular com mais frequência conteúdos ofensivos, incluindo menções a pessoas próximas à artista. Diante do cenário, a defesa afirma que mantém diálogo constante com as autoridades e que novas ocorrências serão imediatamente comunicadas.
A equipe jurídica reforçou que o procedimento seguirá em andamento até a completa identificação dos envolvidos e o esclarecimento dos fatos, com o objetivo de coibir novas práticas consideradas ilegais nas redes sociais.
