
“Eu queria ser perguntado o máximo possível sobre o caso para ajudar no andamento do processo, mas muitas perguntas não tinham relação com isso”, disse Felca. Ele revelou que percebeu, desde o início, uma tentativa da defesa de descredibilizá-lo: “Os advogados estavam mais preocupados em me atacar do que em defender o acusado”.
O influenciador descreveu a sessão como desorganizada e absurda: “Muita doidera, um atropelando o outro, perguntas sem sentido… me senti num circo com palhaços sem graça”. Apesar do clima, Felca manteve a postura contida, focado em contribuir de forma responsável com a Justiça: “Um tribunal não é uma rede social. Meu objetivo era colaborar com clareza e respeito, sem performar indignação. A galhofa deixei pros advogados do Hytalo”.
Ele também ressaltou a gravidade do tema discutido, que envolve a proteção de crianças e adolescentes: “Discutir a perda da infância é algo crítico. Muito foi feito nos últimos meses, mas ainda é pouco. O Brasil precisa amadurecer a discussão sobre adultização infantil e garantir proteção efetiva às crianças”.
Sobre a tentativa da defesa de usar um vídeo pessoal para questionar sua conduta, Felca ironizou: “O advogado trabalhou duro para criar uma boa pergunta, mas o juiz indeferiu. Antes falei que era um circo com palhaços sem graça, mas esse episódio até achei engraçado”.
Por fim, o influenciador afirmou que, apesar do desgaste, espera que a repercussão traga resultados positivos: “Se toda essa pataquada servir para gerar mudanças, tá valendo”.