
Segundo o advogado Guilherme Lage, é possível acrescentar o nome artístico de um dos pais no registro de nascimento desde que haja comprovação do vínculo entre a pessoa e esse nome. “O cartório pode permitir a inclusão, contanto que não gere confusão, ofensa ou banalização”, explicou. Rafaella Freitas Ferreira de Castro Matthaus — nome civil da influenciadora — usou Kalimann como nome de uso, sem alterar o registro oficial da criança, preservando assim a validade jurídica do documento.
O primeiro nome da menina, Zuza, é uma homenagem à avó paterna de Nattan. Já o sobrenome artístico remete à identidade pública de Rafa, que adotou Kalimann aos 12 anos. Em entrevista, ela contou que a decisão surgiu após um sonho em que todos a chamavam pelo nome artístico: “Será que sonhei mesmo? Deu certo, estou aqui”, afirmou.
Com isso, Zuza carrega no nome uma ligação afetiva com a família e a identidade artística da mãe, consolidando uma tradição que une história familiar e reconhecimento público.