
Segundo Ticiane, mesmo com o esforço diário para manter o contato por videochamadas, Manuella sente falta do pai de maneira intensa. Aos seis anos, ela ainda tenta entender por que não pode ter Tralli por perto todos os dias. “Conversamos muito sobre a possibilidade de um dia morarmos no Rio, mas a Manu é muito apegada à rotina dela em São Paulo. Mesmo assim, a saudade pesa demais. Ela quer o pai por perto”, contou a apresentadora em entrevista repercutida pela Quem.
A mãe explicou que essa fase tem exigido paciência e diálogo. A rotina escolar, as amizades e o ambiente familiar em São Paulo fazem Manuella se sentir segura, mas a distância trouxe um novo desafio emocional. “Ela é pequena para lidar com tanto tempo longe. O coração aperta”, disse Ticiane.
Inicialmente, a família acreditou que os encontros nos fins de semana seriam suficientes para manter tudo equilibrado, mas logo perceberam que a separação constante afeta todos. “A saudade não espera o sábado chegar. Não é simples viver assim, a gente sente falta o tempo todo”, admitiu.
Agora, Ticiane e Tralli seguem avaliando opções para o futuro, enquanto tentam conciliar trabalho, rotina e o desejo de manter a família o mais unida possível, apesar da distância temporária.