O sertanejo contou que viveu uma fase de obsessão pelo corpo musculoso e que ultrapassou limites. “Ainda há resquícios dos produtos no meu organismo. Perdi cabelo, minha voz mudou e, espiritualmente, me senti esvaziado. Hoje busco outra coisa para minha vida”, revelou. Eduardo explicou ainda que preservar a voz se tornou prioridade absoluta, já que sua carreira depende diretamente dela.
Mas ele não é o único artista a falar abertamente sobre o tema. Outros nomes conhecidos também admitiram já ter feito uso de anabolizantes ou implantes hormonais, seja por estética, saúde ou mudanças metabólicas.
Viviane Araújo já havia comentado no fim do ano passado que utilizou anabolizantes no passado, sempre com acompanhamento médico. A atriz ressaltou, porém, que a experiência não deve servir de modelo:
“Funcionou para mim naquele momento, mas não significa que será assim para outra pessoa. Não é algo que eu recomende. Faz mais de uma década que não uso nada do tipo”, afirmou.
Ela lembrou que o último ciclo de produtos do gênero aconteceu antes de sua entrada em A Fazenda, em 2012.
A apresentadora e influenciadora Patrícia Ramos também já abordou o assunto de forma transparente. Em entrevistas e publicações nas redes sociais, ela sempre reforça que seu corpo não é resultado apenas de treino.
“Tenho cirurgias estéticas e um implante hormonal que faz parte do tratamento de endometriose. Ele ajuda no ganho de massa magra e me dá mais energia, mas sozinho não faz milagre. Treino todos os dias e me cuido para valer”, explicou.
Ela também comentou que o famoso “chip hormonal” influenciou na mudança gradual de sua voz:
“Eu usava testosterona e gestrinona. Com o tempo, minha voz engrossou. O chip venceu e ainda estou decidindo se coloco outro, principalmente por causa da rotina intensa com o Carnaval”, disse.
A discussão sobre anabolizantes entre celebridades continua rendendo debates, especialmente sobre saúde, estética e a pressão por corpos “perfeitos”. Apesar das experiências distintas, todas as figuras públicas destacam a mesma mensagem: não existe caminho fácil e o uso de hormônios exige acompanhamento médico rigoroso.