
Deborah contou que a rotina com guarda compartilhada exige equilíbrio constante. Para ela, dividir o tempo entre o trabalho e a maternidade é um desafio comum a muitas mulheres. “Conciliar tudo não é simples. A gente tenta dar conta de ser mãe, profissional e, ainda assim, manter nossa individualidade. É difícil, sim, mas faz parte do processo”, afirmou.
A artista explicou que tem procurado ensinar Maria Flor pelo exemplo, mostrando na prática a importância de responsabilidade e autocuidado. “Sempre digo para ela que o que vale é o que a gente faz, não o que fala. Tento mostrar isso diariamente, mesmo quando estou cansada”, destacou.
Na vida profissional, Deborah disse que passou a selecionar melhor seus projetos, respeitando o tempo que deseja dedicar à filha. Ela revelou que a estratégia funciona bem com o acordo de guarda: nas semanas em que Maria está com o pai, Hugo Moura, a agenda ganha intensidade; já nos dias em que a menina fica com ela, a prioridade é total. “Nessas semanas, procuro não marcar nada. Quero estar inteira para ela.”
Apesar das dificuldades naturais dessa reorganização, a atriz garantiu que está vivendo um período de mais consciência e leveza. “Escolher meus trabalhos com mais calma me trouxe paz. Mas não vou romantizar: ser mulher é difícil, ser mãe é difícil. A gente vive tentando equilibrar tudo.”
Com a maturidade como aliada, Deborah segue encarando os ajustes da vida pós-separação com coragem e afeto — e reforça que, acima de tudo, quer ser um exemplo real para a filha.