
Além da inauguração em Belém, a Vila Galé anunciou dois novos empreendimentos: um em Brumadinho (MG) e outro em Florianópolis (SC). Somadas às unidades já em funcionamento e às obras em andamento no Maranhão e em Alagoas, as novidades reforçam o crescimento contínuo da marca no mercado nacional.
O Vila Galé Collection Amazônia nasce a partir da restauração de três armazéns portuários centenários, considerados Patrimônio Histórico da cidade. O investimento de R$ 180 milhões transformou estruturas abandonadas em um hotel moderno, sem abrir mão da identidade arquitetônica original.
Localizado ao lado de importantes pontos turísticos — como a Estação das Docas, o Mercado Ver-o-Peso e o Museu das Amazônias — o empreendimento entrega uma das vistas mais privilegiadas da Baía do Guajará.
Para Dr. Jorge, recuperar construções históricas é parte essencial da missão da rede.
“Cidades que abandonam seus centros históricos perdem memória e pertencimento. Trazer vida a um espaço que estava esquecido é algo que nos move”, destacou.
A unidade recebeu o selo "Collection", categoria da Vila Galé voltada a hotéis com identidade própria e toque de exclusividade. Em Belém, o tema escolhido foram as mulheres que marcaram a história em diferentes áreas.
A homenagem aparece na decoração dos apartamentos e áreas comuns, com referências a Elis Regina, Madre Teresa de Calcutá, Coco Chanel, Mary Quant e outras personalidades que simbolizam força, criatividade e sensibilidade.
Com 227 acomodações — entre elas duas suítes — o hotel oferece:
Duas piscinas ao ar livre com vista panorâmica
Satsanga Spa com piscina coberta e aquecida
Restaurante com foco em ingredientes e sabores amazônicos
Clube Nep dedicado às crianças
Estrutura para eventos com salas de diferentes capacidades
Para marcar a estreia do empreendimento, o Vila Galé Collection Amazônia abriu a exposição “Mulheres da Amazônia”. Com curadoria de João Ramid e Mariluz Coelho (Instituto VerAmazônia), a mostra reúne fotografias que destacam o papel das mulheres na preservação cultural, social e ambiental da região.
Entre as histórias retratadas está a da ribeirinha que desenvolveu um laço afetivo único com um boto-cor-de-rosa, símbolo da Amazônia, reforçando a relação profunda entre as comunidades e a natureza.